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I am a slave

I am a slave.

The words that pour
out of my hands
are the masters of me
they control

Every aspect of my being
consuming my mind
with with their never-fading flame

I dance to their song
am lost in their maze
wonder in the darkness
of my thoughts
while stories spiral around me.

This words are voices
I hear as I fall asleep
conversations I have

With characters of imagination
They are my power
the only way I know
to be myself

With them, I am free.

Sozinha

Era difícil saber quando parar. Ela pousou a mão sobre a barriga, sentindo o inchaço e sorriu, melancólica. Sua mente voltou no tempo, quando ele ainda estava lá, quando eles ainda andavam juntos pelos corredores do castelo, rindo. Eram tão jovens… Ethea deixou o saco de areia balançando e sentou-se num dos bancos de madeira. Ainda treinava todos os dias, mas estava ficando mais difícil – conforme a barriga ia crescendo, menos fôlego restava em seus pulmões.

O suor escorreu por sua testa, os cabelos dourados grudavam no pescoço e ela sentiu um movimento em seu útero. Não era a primeira vez, mas o bebê costumava ser quieto. Ela sorriu novamente.

— Não se preocupe, a mamãe está bem. – falou olhando para a pele esticada. Conseguia ver suas veias, complementando o tom esverdeado de sua pele. Outro movimento, como que respondendo. Novamente ela fez carinho sobre a superfície, sentindo a energia que emanava da criança que crescia em seu âmago. O bebê estava bem.

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Tempestade

Sarye estava encolhida na cama, usando o lençol para se proteger do escuro. O vento uivava, assobiando por entre as frestas da madeira. A chuva forte inundava o lugar com o cheiro de terra molhada. A menina sabia que estava sozinha em casa, Ikne tinha saído para caçar e só voltaria com comida. Isso podia demorar dias. Essas viagens não eram incomuns, mas sempre tinha Zymne para lhe fazer companhia. Hoje, não havia ninguém.

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