Arquivo da categoria: Dia a dia

2017 aqui vamos nós

2016 passou e agora temos que pensar em como fazer de 2017 um ano melhor. Não tenho ilusões sobre como esse ano vai ser. Depende de nós, apenas de nós.

Então resolvi colocar aqui os meus planos para esse ano, como uma forma de me manter no caminho e ter como lembrar o que eu pretendia fazer caso eu esqueça no meio.

Tenho muitas ideias e se eu não começar a me organizar, coisas vão ficar pra trás e eu quero que isso só aconteça se for uma escolha consciente.

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Bienal de São Paulo 2016

Sempre tive o hábito de frequentar eventos literários quando pude, afinal, ninguém vira autor sem gostar de ler; mas para escrever um livro é preciso determinação e uma capacidade de ir além da realidade. Não imaginaria que conseguiria um lançamento num evento tão importante.

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[Pré-venda] Contos de Fada – Releituras

Capa_Contos_de_Fadas_Releitura_da_RealidadeGente, tenho ótimas novidades para vocês! Pra quem não sabe, dia 31/08 estive na Bienal de São Paulo lançando meu livro Caleidoscópio. Mas não foi só isso! Nesse dia também foi o lançamento da antologia Contos de Fadas – Releitura da Realidade, da qual participo com o conto A Pequena Sereia e a Princesa. E adivinhem?

O livro esgotou!

Isso mesmo! Toda a primeira edição da antologia foi vendida na Bienal! Mas como ainda tem gente querendo o livro, a Editora Illuminare está disposta a fazer uma 2ª edição. Mas ela precisa de ajuda!

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Sobre a escrita

Deixe-se levar pelas palavras que fluem em correnteza contra a margem do seu ser. Aproveite a onda, não lute contra, não tema a tsunami que é a história que mora dentro de você, é apenas a primeira de muitas.

Com o tempo, vai entender que a correnteza é mais forte do que você jamais será, mas não se desespere. Isso não significa que não há nada que você possa fazer. Entenda que as palavras vão tentar fluir como água por suas mãos e fazer uma barragem apenas aumenta a força da água. Rabisque quando a mão coçar, é um anúncio da onda que chega.

A seca é uma ilusão que sua mente cria por acreditar que a produção é apenas palavra no papel. O oceano está sempre lá e você pode mergulhar sempre que quiser, explorar as profundezas da sua criatividade, quando estiver pronto. Não se preocupe. E vai perceber que é possível respirar em baixo d’água.

Encontre Atlântida, cidade dos personagens que vivem no fundo da sua mente. Converse com eles, escute-os. Eles são o que suas mãos querem por pra fora. Mas não ainda. Então, se dê tempo para aproveitar a confusão mental que antecede o escrever. Você não está perdido, o caminho apenas está sendo construído. A cada letra escrita, apagada, reescrita, uma trilha se forma. Cabe a você descobrir onde ela leva.

Ser escritor é viajar o mundo, mesmo sem sair do lugar, e saber guiar outros que tentem fazer o mesmo. É colocar sua alma em exposição e é metamorfose constante. Não tenha medo das suas palavras, elas são sua maior força.