E a vida, como vai?

E a vida? como vai?
O evento desperta a curiosidade desde o nome.
A gente responde sempre “tudo bem” até pensar no porquê de se inscrever em um evento destes.
Por que alguém quer saber da minha vida? Ou melhor, porque eu não sei responder essa pergunta a mim mesma?!?!
O workshop parece ter sido pensado pra cada pessoa que estava ali, cada qual com seus questionamentos, vontades, dificuldades, na vida profissional ou afetiva.
A diversidade de experiências engrandeceu o evento e o processo pensado dessa forma pela Ana pareceu sob medida pra cada um.
Sem poder se aprofundar nos enlaces de cada participante, a palestra ajuda na busca pelas respostas dentro de cada um, por vezes emocionando e mexendo nos sentimentos escondidos que a gente guarda, muitas vezes, sem querer;
Despertou a vontade de mudar, de sair do “tudo bem” para um “pode melhorar”!
Uma novidade pra mim que não conhecia o processo de coaching e me motivou a começar a mudar.
Ana, muito obrigada!

Beijos,

Patricia Capella

Primeiramente, gostaria de me desculpar com todos pelo sumiço do blog. Foi um final de ano corrido e eu devia ter atualizado em novembro.

Meus motivos foram: trabalhos finais de período na faculdade. Depois a internet inexistiu para mim. Aí veio Natal, Ano Novo, eu viajei e fiquei sem uma conexão decente. Depois o blog é hackeado. Sim, fui hackeada e usaram o espaço sagrado do Naive Heart pra mandar SPAM. Peço desculpas por isso também e espero que esse problema esteja resolvido.

Agora, venho com a dignidade abalada, fazer o que devia ter feito em novembro.

No dia 5 de novembro de 2011, aconteceu a palestra “E a Vida? Como Vai?”, ministrada por Ana Paula Rocha Pingarilho (amiga da família, não é chique?).

O objetivo da palestra era mostrar como é possível efetivamente tomar as rédeas da própria vida, usando ferramentas e auto-conhecimento. Conhecer as nossas prioridades, saber o que importa em que momento, ajuda a organizar nossa vida e evitar que tenhamos que “apagar incêndios” como falou uma das pariticipantes.

A primeira coisa que fizemos foi nos apresentar. Nome, estado civil, se tinhamos filhos… Foi a maneira do grupo se integrar e tornar a experiência ainda mais memorável. Também tivemos que dizer o que esperávamos da palestra.

Depois tivemos alguns “exercícios”. Um questionário sobre nossas atitudes, uma auto-avaliação. Ninguém precisava mostrar as respostas, era só para que refletíssemos sobre nós mesmos. Depois, montamos uma “fotografia” de como estava a nossa vida naquele momento (a imagem da minha está no slideshow no final do post. É aquele gráfico esquisito)

Aprendemos sobre os quadrantes. Quem se lembra das aulas de álgebra sabe o que é. Aqueles quatro espaços no eixo x por y. Só que esses eram os quadrantes da nossa vida. Na primeira linha (quadrantes 1 e 2), deveriam ficar as coisas importantes e na linha de baixo (3 e 4), as não-importantes. Também tinham as colunas: urgente (1 e 3) e não-urgente (2 e 4). Entendendo isso, pudemos avaliar a fotografia e ver o que tínhamos que melhorar.

Foi uma palestra emocionante. Depois de um tempo, acho que nos tornamos uma família. Nos emocionamos com as histórias uns dos outros e rimos. Foi uma experiência muito boa.

“Dra. Ana Paula – Minha Chefe

Em meio a toda essa crise, essa palestra veio para me orientar, sim, porque eu estava em uma loucura sem fim.
Tudo o que foi explicado durante o Workshop, caiu como uma luva para a minha vida.
Mais uma vez parabéns pelo excelentíssimo trabalho e pela profissional que és, eu amei, estou tentando colocar em prática tudo, obrigada ainda por ter me proporcionado a oportunidade de estar perto de você nesse dia.”

Valdelice Melo

Administradora

Trabalha Defensoria Pública Geral do Estado do Rio de Janeiro

 

Quando, minha filha Tiana, disse que ia me presentear com o Workshop da coaching dela, pois tinha a certeza que seria muito bom pra mim, confesso que não entendi o que ela queria dizer.
Tenho 60 anos, sou pedagóga por formação e vendedora autonôma no momento. Não tenho a pretensão de saber tudo, mas achei que esse encontro não seria interessante.
Ao chegar lá, vi que a idade média dos participantes ficava entre 35 e 50 anos. Profissionais no mercado de trabalho, com todas as atribuições da própria profissão, o stress da vida diária, resultado da luta pelo reconhecimento profissional e pessoal, tendo que conciliar tudo isso com a vida familiar. UFA!!!!!
A Ana tinha, apenas,quatro horas apenas para atuar em tantas frentes.
Pra minha surpresa, com muita calma e bastante simpatia, a Ana teve um domínio total da plateia e plantou em cada um, inclusive em mim, a vontade que esse encontro continuasse por mais horas ou até mesmo numa outra etapa. Com certeza, todos nós saímos com um propósito de um olhar diferente pra algo que estava nos incomodando.
Agradeço muito a Tiana (minha filha ) e tenho a certeza que ela encontrou a pessoa certa para ser sua coaching.
Acrescento que o apoio da Mariane, recebendo todos, com tanto carinho, também tem um peso importante.
Valeu!!!

Tania Homsani

 

Um comentário em “E a vida, como vai?

  1. Fiquei com vontade de ter visto essa paletra! Deve ter sido bem interessante e construtiva (: Tenho vontade de freqüentar algo assim, mas quando vejo algum anúncio de palestra na universidade fico receosa que seja aquele troço suuuuuper boring e acabo não indo. Depois de ler seu post, estou repensando o assunto.

    Obrigada pelo comentário no meu post. Ver o que as pessoas achavam sobre “exposição em redes sociais” me fez perder o medo de postar haha Claro, agora com mais cuidado (:

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